Porto de LC: ministro do TCU fala em relatório sobre a devolução de R$ 25 milhões

Porto de LC: ministro do TCU fala em relatório sobre a devolução de R$ 25 milhões

Ministro do TCU, Vital do Rêgo

Por Rômulo Rocha – Do Blog Bastidores

JOGANDO A TOALHA

Diante das inúmeras irregularidades, indícios de corrupção, desvios de recursos públicos, superfaturamento, o sonho do porto, como mostrou as duas últimas matérias publicadas pelo 180, acabou. Pelo menos por enquanto.

Em relatório de Tomada de Contas Especial – que está em andamento – e cujo relator é o ministro Vital do Rêgo, ex-senador da República pela Paraíba e pelo PMDB, o que se vê é um prejuízo de exatos R$ 25.112.541,64 (montante atualizado à época), a ressarcir à União.

Diz o ministro do TCU em relatório:___________________

“Estando os autos no meu gabinete, o Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República trouxe expediente em que apresenta atas de reunião realizadas entre a SEP e o governo do estado do Piauí”.

Mais: “Os encontros realizados ocorreram após a análise da prestação de contas final do Convênio 3/2007 e do Termo de Compromisso 3/2009, cujos resultados finais foram pela não aprovação das contas com emissão das Guias de Recolhimento da União no valor de R$ 25.112.541,64”.

Mais na frente sustenta: “Ao compulsar o conteúdo registrado, percebe-se que parte do débito apontado poderá ser reconsiderado, haja vista corresponder a parte das obras civis já realizadas e com potencial de aproveitamento nas obras de concepção do novo Porto de Luís Correia”.

Só que “para tanto, as partes estabeleceram um acordo no qual o governo piauiense compromete-se a entregar laudo técnico que comprove a viabilidade de aproveitamento das estruturas já existentes, projetos e estudos de viabilidade técnica e ambiental (EVTEA) dos terminais pesqueiro e turístico a serem implantados no local, bem como comprovante de recolhimento de parcela do débito atinente a desvio de objeto dos recursos anteriormente repassados ao governo estadual pela Secretarial Especial dos Portos”.

Em outro trecho, já no voto – posterior ao relatório, diante da análise de tomada de contas especial, assim arrematada o ministro do Tribunal de Contas da União: “o governo piauiense considera mais prudente conceber um terminal pesqueiro e turístico no local, em virtude das análises técnicas e financeiras empreendidas para a obra. Essa cautela coaduna-se com a situação atual do país e reforça a necessidade de reformulação dos estudos de viabilidade dessa nova destinação ao local onde seria implantado o porto”.

O poderoso Assis Carvalho:O que é isso, companheiro?!

O poderoso Assis Carvalho:O que é isso, companheiro?!

O presidente regional do PT, deputado federal Assis Carvalho, entrou de sola no presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho, o nome indicado pelo MDB para compor a chapa majoritária do governo, concorrendo como vice do governador Wellington Dias.

Para Assis Carvalho, Themístocles não serve para ser o companheiro de chapa de Wellington Dias, pois é um inimigo declarado do PT em todos os municípios do Norte do Piauí, a partir de Esperantina, a terra natal do emedebista.

O presidente do Partido dos Trabalhadores sugere que o MDB indique outros nomes para a vaga de vice e cita os do deputado federal Marcelo Castro e o do deputado estadual Severo Eulálio.

Intromissão

É natural que o presidente regional do PT tenha as suas preferências. Ele não tem é o direito de sair vetando nomes dos partidos aliados. Se cabe aos aliados posição na chapa majoritária, eles é que têm a responsabilidade de indicar os nomes. Essa tarefa não é do deputado Assis Carvalho.

Também chega a ser curiosa essa explosão de sinceridade do presidente do PT justo no exato momento de definição da chapa majoritária governista. Não é de hoje que se fala no nome do deputado Themístocles como companheiro de chapa do governador. Essa conversa começou desde que o MDB aderiu ao governo, ainda no ano passado. (Informações de Zózimo Tavares)

Da série “como não se leva a sério o turismo no Piauí”

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O mês de julho chegou e até agora nem o governo do estado, tampouco o do município, divulgaram qualquer programação especial para o período de férias, o que leva a crer que se algo for feito será mais uma vez na base do improviso. Geralmente a iniciativa privada programa eventos importantes para a região da Barra Grande, porém a omissão do poder público é lastimável. A praia de Atalaia vez por outra é lembrada, entretanto, à Pedra do Sal é dada a indiferença. Daí vem a pergunta que não quer calar: e pra quê secretarias de turismo, se um folder, sequer, é divulgado com uma programação ou citando os pontos turísticos da região?!

A ponte

Não contente com os transtornos provocados pela falta de sinalização da inconclusa estrada que dá acesso à Pedra do Sal, o governador Wellington Dias presenteou a todos com a paralisação das obras de reforma da Ponte Simplício Dias, gerando mais transtornos para quem é do município de Ilha Grande e tem compromissos em Parnaíba e vice-versa. E mais uma vez o penalizado é o comerciante da praia, que lamenta a queda no movimento, também neste período de veraneio quando geralmente o faturamento seria maior.

Deboche

Embora com vários turismólogos formados na cidade, oriundos do curso de graduação em turismo, da Universidade Federal do Piauí (Campus Reis Velloso), o prefeito de Parnaíba, Mão Santa, achou por bem nomear um tal “Pé-de-Pano”, para ocupar a superintendência de turismo do município. Dizem as más línguas que a vida pregressa do indivíduo não é das mais corretas, entretanto, sua nomeação se dá pela aproximação com o prefeito, neste período em que Mão Santa estava no anonimato, fora do poder. Com o sobrenome Moraes Sousa, consta que Pé-de-Pano afirma em rodas de amigos que se considera um dos filhos de Mão Santa. O ato do prefeito foi considerado deboche.

Fonte: “Tribuna do Litoral”

Edição: http://opiolho.com.br/

A oposição que só critica: sobrou até para o “São João”

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Dizem que a turma que acompanha politicamente os ex-prefeitos Florentino Neto e Zé Hamilton, antes alimentada pela prefeitura de Parnaíba e agora pelo governo do estado, via secretaria da saúde, não consegue mesmo engolir que a prefeitura tem outro ocupante na cadeira de chefe.

E por isso torcem contra tudo que é realização da administração Mão Santa. Uma prova é o que disseram nas redes sociais contra a realização do festival junino São João da Parnaíba, que o atual prefeito estendeu para 30 dias, realizando-o também nos bairros e na zona rural, com a conclusão do quadrilhódromo.

As críticas foram as mais estapafúrdias possíveis e foram  contestadas por aqueles que prestigiaram os eventos e disseram que as apresentações foram um sucesso.

Urubus na Carniça:Sucessão estadual virou balaio de gatos com ofensas pessoais

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A briga dos líderes e partidos políticos no Piauí está a cada dia mais acirrada. Sempre batendo forte nos aliados que não simpatiza, o deputado federal Assis Carvalho (PT), quase chega a vias de fato com o deputado estadual João Madison (MDB), durante reunião na casa do governador Wellington Dias (PT), para tratar da polêmica sucessão estadual com o nome para a vice na chapa governista.

Por não aceitar o deputado estadual, Themístocles Filho (MDB), como pré-candidato a vice de Wellington Dias, que tenta a reeleição, Assis Carvalho jogou mais um balde de água quente nas pretensões do seu chefe, o governador, ao criticar Themístocles Filho como péssimo candidato, e por não ter capacidade de agregar.

Na defesa do colega, o deputado João Madison disse que Assis Carvalho não tem moral para impedir as pretensões do governador, e que tem mais é que respeitar o direito dos partidos que visam uma coligação para eleger Wellington. Citou, inclusive, que Themístocles tem histórico político como parlamentar e como presidente da Assembleia Legislativa do Piauí há mais de 14 anos, sem nenhuma pendência jurídica ou policial como é o seu caso na Lava jato.

NA CASA DO GOVERNADOR

Toda essa baixaria aconteceu na manhã de hoje, 29 de junho de 2018 na casa do governador Wellington com várias lideranças políticas, dentre os nomes mais relevantes estão: o presidente da Assembleia Legislativa, Themístocles Filho (MDB); o pré-candidato ao Senado Frank Aguiar (PRB); senador Ciro Nogueira (Presidente Nacional do Progressistas) e a senadora Regina Sousa (PT). 

Wellington Dias ressalta que há outros nomes sendo analisados para disputa ao Senado em sua chapa. Primeiro Regina Sousa, que já é senadora; os deputados federais Marcelo Castro, Júlio César e o senador Ciro Nogueira, o qual afirmei que há de compor a nossa chapa para o Senado Federal”, declarou o governador. 

Inconformado como anda a negociação, o presidente do PT no Piauí, o deputado Assis Carvalho, voltou a criticar o nome de Themístocles como mais cotado para ocupar a vaga de vice na chapa governista. “Porque é um nome que agride muito o PT. Nós do estado, dos municípios e as pessoas que votam no Wellington, temos posição, e eu tenho que falar a linguagem da minha base. Desde a cidade dele até as demais cidades, não tem uma púnica cidade em que ele [Themístocles] tenha defendido o PT nos últimos 10, 12, 15 anos. Então é difícil para nós termos um nome que passa 24h do seu dia agredindo o partido, falando mal do PT. Por isso, eu não tenho razão para defender quem maltrata meu partido”, disparou Assis Carvalho. 

Questionado sobe qual nome do MDB indicaria para compor a chapa majoritária, Assis Carvalho foi direto: “Eu acho que um nome aliado ao PT ajudaria muito mais, e já disse: Marcelo Castro”. “Os nomes que  foram derrotados desde 2002 já mostraram que não tem votos”,  disparou. 

O deputado ainda fez duras críticas contra João Madison. “Tem um parte do MDB que desde 2002 ficou contra nós.

Quando foi que João Madison foi aliado nosso? Desde 2002 votou contra nos, foi derrotado. Em 2006 votou contra nós com Mão Santa, foi derrotado. Em 2010 ficou com João Vicente Claudino, foi derrotado. Em 2014 votou com Zé Filho, foi derrotado. Então por que vai ter vaga para João Madison?”, questionou. 

O deputado estadual João Madison (MDB) respondeu. “O governador em sua primeira eleição, quando o Assis não era nada, não existia politicamente e eu votei nele, só não votei na última agora porque tinha compromisso com o PMDB. Todas as outras eu votei no governador. Sobre as agressões do Assis, eu vou dizer que o presidente Themístocles tem 14 anos como presidente da Assembleia, então um homem desse é respeitado no Piauí todo. É pena que o Assis não respeita e eu duvido que o Themístocles tenha alguma ação de improbidade na Justiça Federal. Agora o Assis tem e deve provar se tem ou não, porque o Themístocles não tem. Quanto a minha pessoa, minha vida é limpa. Eu nunca precisei dele [Assis]. O nosso acordo aqui é com o governador Wellington, e o Assis não é dono da coligação. Ele pode ter a posição dele, mas tem que respeitar o direito da maioria”, respondeu. 

Recursos federais: As torneiras estão se fechando

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Obras

Jornalistas se ocuparam de muita política na reunião que Wellington Dias promoveu em sua casa na sexta-feira. Porém, um dos participantes do convescote informou que o debate mesmo versou sobre a definição de como serão liberados os recursos de financiamento da Caixa para obras de mobilidade.

Pedras

Como o governo já vem fazendo obras de pavimentação (asfalto e paralelepípedo) em muitas sedes municipais, deverá seguir nessa picada pelos próximos meses, mas precisa correr contra o relógio. Dia 6 de julho fecham-se os prazos para liberação de recursos para os municípios.

Liberações

Aliás, sobre isso, Ciro Nogueira se movimenta para um evento em que dirigentes de órgãos federais devem liberar recursos para que os municípios usem para manter serviços funcionando. A União também tem que fechar as torneiras financeiras em 6 de julho, já que este é um ano de eleição presidencial também. 

Finisa municipal

Em Teresina, financiamento da Caixa (Finisa) vai ser destinado para concluir terminais de integração (R$ 11 milhões) e para asfaltar vias urbanas (R$ 14 milhões). Firmino Filho não reuniu ninguém para discutir isso. Somente publicou o contrato com a CEF na edição de 25 de junho do Diário Oficial do Município. (Portalaz)

NÃO VOTAR EM QUEM TEM MANDATO

NÃO VOTAR EM QUEM TEM MANDATO

Uma campanha começa a ganhar corpo nas redes sociais: não votar em quem tem mandato. Se pegar o bicho pega, se correr o bicho come.

Contra o governo

Os professores da rede estadual podem ser converter nos maiores cabos eleitorais anti-Wellington Dias. Mas isso não significa que votem a favor da oposição.

Tem gente calculando que o não-voto (nulos, brancos e abstenções) vai favorecer exatamente os políticos tradicionais.

ÉPOCA: Casal CIREMA mora em mansão, mas leva R$ 8,5 mil de auxílio moradia

ÉPOCA: Casal CIREMA mora em mansão, mas leva R$ 8,5 mil de auxílio moradia

 

Reprodução do Instagram

DEU NO SITE DA REVISTA ÉPOCA – A revista ÉPOCA divulgou matéria em seu site destacando que o casal Ciro Nogueira e Iracema Portella ganham R$ 8,5 mil de auxílio moradia, mesmo morando numa mansão que, inclusive, já recebeu policiais federais numa das operações da LAVA JATO.

“Presidente do PP, o senador Ciro Nogueira (PI) e sua mulher, a deputada federal Iracema Portella, são donos e moram numa mansão no Lago Sul, em Brasília. Ainda assim, ambos recebem auxílio-moradia. Juntos, os benefícios concedidos aos dois parlamentares alcançam R$ 8,5 mil por mês. Ciro Nogueira recebe R$ 5,5 mil. Já Iracema, pouco mais de R$ 3 mil. “, diz o texto da matéria que divulgou até foto da mansão do casal de parlamentares que querem se reeleger nas eleições de outubro.
Uma empresa deles, a Ciro Nogueira Comércio de Motocicletas Ltda, com sede em Caxias (MA), adquiriu o imóvel por R$ 2 milhões em 2010. Na garagem da mansão do casal, há um vistoso Camaro preto.

CONFIRA AQUI a matéria na íntegra e a foto da mansão do casal CIREMA.

O que é isso, companheiro?

O que é isso, companheiro?

Olavo Rebelo

O tempo fechou para o presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Olavo Rebelo, acusado por petistas de ingratidão, por não ter brecado investigações contra o Governo do Estado que servem de munição para a oposição. Ex-deputado do PT, ele não demonstra ter esquentado a cabeça com a cobrança dos ex-companheiros:

Entre a ingratidão e a corrupção, o menos grave é o primeiro.

(Por: Zózimo Tavares)