Da série “como não se leva a sério o turismo no Piauí”

O mês de julho chegou e até agora nem o governo do estado, tampouco o do município, divulgaram qualquer programação especial para o período de férias, o que leva a crer que se algo for feito será mais uma vez na base do improviso. Geralmente a iniciativa privada programa eventos importantes para a região da Barra Grande, porém a omissão do poder público é lastimável. A praia de Atalaia vez por outra é lembrada, entretanto, à Pedra do Sal é dada a indiferença. Daí vem a pergunta que não quer calar: e pra quê secretarias de turismo, se um folder, sequer, é divulgado com uma programação ou citando os pontos turísticos da região?!

A ponte

Não contente com os transtornos provocados pela falta de sinalização da inconclusa estrada que dá acesso à Pedra do Sal, o governador Wellington Dias presenteou a todos com a paralisação das obras de reforma da Ponte Simplício Dias, gerando mais transtornos para quem é do município de Ilha Grande e tem compromissos em Parnaíba e vice-versa. E mais uma vez o penalizado é o comerciante da praia, que lamenta a queda no movimento, também neste período de veraneio quando geralmente o faturamento seria maior.

Deboche

Embora com vários turismólogos formados na cidade, oriundos do curso de graduação em turismo, da Universidade Federal do Piauí (Campus Reis Velloso), o prefeito de Parnaíba, Mão Santa, achou por bem nomear um tal “Pé-de-Pano”, para ocupar a superintendência de turismo do município. Dizem as más línguas que a vida pregressa do indivíduo não é das mais corretas, entretanto, sua nomeação se dá pela aproximação com o prefeito, neste período em que Mão Santa estava no anonimato, fora do poder. Com o sobrenome Moraes Sousa, consta que Pé-de-Pano afirma em rodas de amigos que se considera um dos filhos de Mão Santa. O ato do prefeito foi considerado deboche.

Fonte: “Tribuna do Litoral”

Edição: http://opiolho.com.br/

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